05/09/2025 - Fraude Imobiliária
Segundo as investigações conduzidas pelo GAECO e pelo Ministério Público de Santa Catarina, a empresa comercializou apartamentos de empreendimentos que não possuíam registro de incorporação imobiliária em cartório— requisito legal básico para que um imóvel na planta possa ser vendido.
Na prática, os compradores assinaram contratos e realizaram pagamentos sem que houvesse qualquer garantia jurídica da obra. O dinheiro, em vez de ser investido na construção, era desviado para contas pessoais e empresas do mesmo grupo, enquanto os canteiros permaneciam parados.
A operação, batizada de “Black Flow”, cumpriu 28 mandados de busca e apreensão e prendeu os responsáveis em três estados diferentes. O caso mais emblemático é o do Colline Residencial, em Itapema, que deveria ser entregue em 2026, mas até hoje não passou da fase de fundações.
Fonte: Carlos Augusto